Brasil compartilhado

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Brasil compartilhado

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Empresas e profissionais veem nos espaços de coworking alternativa para driblar os períodos de recessão.

A rotina de Victor d´Avila Brunheroto, 24 anos, mudou no último ano. Com a crise econômica e a falta de oportunidade no mercado de trabalho, o administrador de empresas deu um novo rumo à carreira. Junto com três amigos buscou incentivo num coworking para montar sua startup – www.pizza.com.br

Foi a melhor forma de aliar redução de custos, networking e apoio de mentores.

, comemora.

A ideia do consumo colaborativo não é nova e baseia-se no hábito de compartilhar desde bens de consumo, materiais, roupas a carona e ambientes de trabalho. A prática ganhou força a partir de 2008, principalmente nos Estados Unidos, época em que o pais sofreu com a forte crise econômica e não parou mais de crescer.

A busca por esse tipo de espaço tem sido cada vez mais relevante para empresas e profissionais liberais em períodos de recessão. Na contramão da crise econômica mundial, o setor de locação de escritórios prontos e espaços de coworking prevê um aumento da demanda para esse ano no Brasil e no exterior de 30% em relação ao ano passado. De acordo com a pesquisa da Deskmag, um portal internacional sobre coworking, até o final de 2016 teremos mais de 10 mil espaços no mundo e em 2017 a previsão é de 12.700 coworkings.

Atualmente, os espaços compartilhados são a esperança de muitos jovens que acabaram de perder seus empregos. De acordo com o IBGE a taxa de desocupação na faixa etária dos 18 aos 24 anos atinge 3.680 milhões de jovens. Só para se ter uma idéia nesse momento 2824 jovens perdem o emprego todos os dias no Brasil.

A situação é dramática. De um dia para o outro você se vê sem emprego, dinheiro e perspectivas.

conta Alexandre Marra, estudante de jornalismo.

Foi num momento como esse que André Pavanello, 28 anos, resolveu mudar o discurso. Saiu do emprego para abrir seu próprio negócio.

Decidimos trocar o home-office por um coworking. Estar presente em um escritório com pessoas de diversos setores e interesses aumentam as chances de negócios entre as empresas e o modo de trabalhar.

explica.

Apostando na crise como uma oportunidade de negócio, Alessandro Vieira, CEO do GP Coworking, criou um espaço para que empreendedores, startups e pequenos empresários desenvolvessem seus negócios.

Apoiamos os empreendedores com redução de custo, infraestrutura de uma grande empresa, mentoria e oficinas para ajudá-los a desenvolver seus projetos. Acredito que o conhecimento é a base da nova economia, por isso criamos cursos de liderança e empreendedorismo para jovens e desenvolvimento de startups. A crise é uma oportunidade para inovar. O universo compartilhado possibilita recursos iguais ou superiores ao de grandes empresas e se tornar mais competitivo, independentemente, do tamanho do seu negócio.

, completa.

O século XXI nos ensina que o universo compartilhado é a nova forma de reaprender a dividir as coisas, conectar pessoas e estimular a economia colaborativa. “Acredito que juntos podemos transformar o Brasil. No GP Coworking, por exemplo, por meio de oficinas de criatividade e inovação, já começam a nascer projetos que vão ajudar a melhorar a vida em sociedade.”, comemora o executivo.