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Economia Colaborativa

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Crise? Não. Hora de repensar. Por isso que a economia colaborativa vem fazendo a cabeça de profissionais liberais e empresas espertas. COWORKING é a palavra de ordem do momento.

Compartilhar ambientes de trabalho, além de ser uma alternativa de economia em períodos recessivos é um ato de progresso. A prática que ganhou força em plena crise financeira em 2008 nos Estados Unidos é tendência hoje, no Brasil.

Um mesmo local serve ao mesmo tempo para pessoas e empresas diferentes. A divisão dos custos do imóvel permite que todos aproveitem uma localização e uma estrutura que, individualmente, não teriam condições de arcar, administrar ou manter. Gerando assim a chamada economia colaborativa.

“Estar em um ambiente compartilhado é uma grande chance para fazer networking, trocar informações, achar novos parceiros e clientes. O que é impossível num home office ou em escritórios tradicionais, por exemplo”, explica Alessandro Vieira, sócio proprietário da GP COWORKING, no bairro do Morumbi em São Paulo.

O conceito da GP é também de trocar experiências e conhecimento. “Aqui, fazemos vários workshops, oficinas, cursos e palestras sobre empreendedorismo, startups, comunicação e marketing. Com os colaboradores do espaço e com profissionais de fora. Criamos uma comunidade que fortalece nosso grupo através uma rede de parcerias, uma plataforma para empreendedores trabalharem coletivamente.”, completa.

Consumo colaborativo é pensar no todo, multiplicando oportunidades através de compartilhamento de recursos. Sustentabilidade, colaboração, transparência e acessibilidade são a base de uma sociedade moderna. Coworking, para Alessandro é mais que estações ou salas de trabalho, é o futuro para quem quer fazer a diferença. E você? Já pensou nisso?